| Message | Nelson, p este andar, o teu genial cerebelo esboroar-se-á de tanto nó e picada acupuntúrica q ao dito cujo acometes. E já agora, p ser ainda mais, se é q é possível, troquemos as palavras "piada" e "furnles (ñ me lembro da q usaste)" p LARACHA. Ñ está ao alcance de todos dizer larachas. Logo p começar, é algo q, logicamente, ñ é do domínio dos q ñ são seres, visto já ñ lhes correr o fluído vital em todas as membranas. E dps, temos tb aqueles a quem corre o fluído vital, mas apenas p mera coincidência, para q o cerebelo ñ seque ou se acumulem areias e outros depósitos aluviatórios. (Isto pega-se) Assim sendo, a laracha é arma apenas à disposição daqueles q a desembainham por processo inato, instintivo, surpreendendo todos os outros, q soçobram pela violência invisível da mesma, q lhes retira o pio e deita o sistema abaixo, devido à incapacidade de a compreenderem na sua total idiossincracia, ñ podendo, assim, acompanhar os restantes laracheiros q estejam ao seu redor e q, esses sim, riem folgadamente c a dita cuja, podendo mesmo ripostar à altura, ou então, procurar heroicamente elevar ainda mais, c ousadia portanto, o carácter de excepção q a mesma possa, eventualmente, assumir! |