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NameBS
Date2005-11-18
MessageÓ Gajo do Piano, tens toda a razão, e ainda para mais, o tempo marca o compasso e vai acelerando cada vez mais. Lembra-te alguma coisa?
Abreijos


NameO gajo do piano
Date2005-11-17
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MessageÉ difícil ter tempo na quantidade certa. Quando temos demasiado não podemos guardar algum para usar mais tarde, e, quando nos falta, falta mesmo, em lugar nenhum encontramos mais um pouco. O tempo é um recurso inflexível que nos impõe condições. Que parece que é nosso, mas nós é que somos dele. Que nos comanda mais do que nós a ele. Como é ele que manda, somos nós que obedecemos. Podemos julgar a sua gestão, avaliar a sua qualidade ou quantidade, ou a nossa habilidade continuada em superar os truques que nos prega. Mas isso não o afecta nada e ele continua a ir e a vir, a afogar-nos e a secar-nos, e a mandar nas nossas vidas. Podemos correr contra ele, e quase todos corremos. É para o poupar, ficamos exaustos. E não sei se ele sequer olhará para nós, mas ainda que o faça será para nos lembrar que somos dele, que não poupamos coisa nenhuma, e que, cuidado, podemos estar a desperdiçar a paisagem nesta única viagem que nos é concedida.


NameDelilah
Date2005-11-17
MessageEra só para te mandar outro beijo...
Adorei a expressão:-a depressão que tenho nos cornos...

smilie


NameDelilah
Date2005-11-10
MessageComo é que é??
Não há duas sem três... smilie smilie
Beijo Beijo Beijo smilie


NameDelilah
Date2005-11-10
MessageOntem ouvi uma entrevista na TSF com o Eduardo Nery...que queria ser Arquitecto...e que virou pintor, geometrista, cartunista e tantas outras coisas...e ele dizia, mais ou menos isto, que todos os dias procurava novos desafios, novas vertentes de arte, e que não se contentava nunca, com o que a realidade lhe oferecia...queria sempre tudo que estivesse para além dessa realidade...como dizia o principezinho, o essencial é invisivel aos olhos...e era isso que pretendia alcançar todos os dias...e dizia tmb, que não sabia se as pessoas tinham consciência das suas obras...como por ex, no Metro do Campo Grande.E o que ele gostava era de poder tirar tudo, assim de um dia p o outro, para ver a reacção das pessoas, que por lá passavam.

Tmb acho q isso seria interessante...será que as pessoas iriam reparar que faltava lá algo, mas não sabendo o quê??Ou iriam reparar de imediato o que faltava??E sentiriam falta??

Se sim...já se começava por algum lado... seria um sinal de mudança...na mentalidade das pessoas...as pessoas iriam perceber que não é só comprar, comprar, e passear nos CC e mudar de penteado...entre outras coisas, há que mergulhar na cultura tmb, qualquer que seja o rosto dela: pintura, dança, literatura,teatro, escultura, música...enfim...para podermos ir mais além...alcançar o essencial que é invisível aos olhos.

Beijo beijo smilie


NameDelilah
Date2005-11-10
MessageLi em tempos um excelente artigo na DIRIGIR que abordava o tema da nossa sociedade de consumo...excessivo, neurótico, compulsivo...em que tudo se faz, porque o vizinho, o colega ou o amigo tambem fez, tudo se compra, porque fulano tal tmb comprou...máquinas, tv, telemóveis, troca-se de carros como quem troca de camisa...se é preciso??Isso não interessa, interessa é que seja de última geração e que eu tenha e outros não...
bahhhhhhhhhhhhhhhh...
mudar a mentalidade??O que é isso??? smilie
beijo smilie


Namesandra
Date2005-11-08
MessageQue nomes tão pomposos ... smilie
Ainda bem que está tudo ok!

Beijocas smilie


NameDelilah
Date2005-11-03
MessageSim...que sensação de alívio smilie
besotes


NameGlória
Date2005-11-03
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MessageHello!
Estou feliz pela boa new q nos deixaste!


Namepeter
Date2005-10-31
Messagebom... o artista plástico chama-se Luís Qual e não Luís Rebelo, mas confirmo que dá vontade de comprar!


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